quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Consciência ambiental no país quadruplicou, diz pesquisa


Consciência ambiental no país quadruplicou, diz pesquisa

Na média nacional, 34% sabem o que é consumo sustentável atualmente

Carolina Gonçalves, da
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Garota assopra planta dente-de-leão
Garota assopra planta dente-de-leão: nessa projeção, a população da Região Sul mostrou-se mais engajada ambientalmente
Brasília - Os brasileiros estão mais conscientes sobre a importância do meio ambiente do que há 20 anos. Na comparação entre os primeiros e últimos resultados, divulgados em junho, a pesquisa O Que o Brasileiro Pensa do Meio Ambiente e do Consumo Sustentável, realizada desde 1992, mostrou que a consciência ambiental no país quadruplicou.
As versões do levantamento mostram, que enquanto na primeira edição, que ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92, 47% dos entrevistados não sabiam identificar os problemas ambientais. Este ano, apenas 10% ignoravam a questão.
Na média nacional, 34% sabem o que é consumo sustentável atualmente. “Esta é uma pesquisa que mostra claramente tendências”, explicou a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samyra Brollo de Serpa Crespo.
Nessa projeção, a população da Região Sul mostrou-se mais engajada ambientalmente. Mais da metade dos sulistas sabem o que é consumo sustentável. “A diferença do Sul é impressionante em termos dos mais altos índices não só de acertos mas de atitudes corretamente ambientais”, disse .
Ao longo de duas décadas, os mais jovens e os mais velhos são os que menos conhecem a realidade ambiental, mas a consciência aumentou. Há 20 anos, quase 40% dos entrevistados entre 16 e 24 anos não opinaram sobre problemas ambientais, assim como mais de 60% dos brasileiros com 51 anos ou mais. Este ano, as proporções caíram para 6% entre os jovens e 16,5% entre os mais velhos.

Universidade lança projeto que transforma lixo em máquinas


Universidade lança projeto que transforma lixo em máquinas

O Fábrica Verde já foi adotado com sucesso no Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, e na Rocinha, na zona sul

Divulgação
Empresa júnior da PUC-Rio cresce 90% em dois anos
Empresa júnior da PUC-Rio: Carlos Minc explicou que a PUC foi escolhida como parceira em virtude da tradição de desenvolver projetos sociais em comunidades carentes
Rio de Janeiro - O projeto Fábrica Verde da Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro ganhou hoje (22) mais um polo de coleta de lixo eletrônico. Montado no pátio da Pontifícia Universidade Católica (PUC), na zona sul do município, o polo quer estimular alunos e professores da universidade, além de moradores da região, a doarem computadores velhos e sem uso além de equipamentos eletrônicos. Com o projeto, jovens de comunidades carentes são capacitados a transformar esses materiais em novas máquinas. O Fábrica Verde já foi adotado com sucesso no Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, e na Rocinha, na zona sul.
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, explicou que a PUC foi escolhida como parceira em virtude da tradição de desenvolver projetos sociais em comunidades carentes. Ele adiantou que o órgão assinou contratos com empresas da área de informática para fornecer computadores, no intuito de ampliar o programa. "Hoje a PUC assume formalmente não só esse apoio, como também se converte em um centro de recepção de computadores inutilizados tanto de empresas quanto de alunos e professores e vai alimentar com a matéria-prima necessária para as nossas Fábricas Verdes. É um momento muito importante", ressaltou.
De acordo com Minc, o projeto Fábrica Verde estimula os jovens a aprender uma profissão e é bem aceito pelos jovens nas comunidades. "As pessoas que estão na Fábrica Verde estavam largadas e hoje estão alegres. Agora, eles [os alunos] têm camisas, andam arrumados, ganham lanches, estão aprendendo algo novo. Então não deixa de ser uma ótima motivação e cria um clima de presença do Poder Público que tantos anos ficou ausente, porque os criminosos controlavam o território que agora foi reconquistado pelas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora)", completou.
Ainda segundo Carlos Minc, em setembro, o órgão lançará na comunidade da Mangueira, também na zona norte, o projeto da Ecomoda. Nele, os interessados poderão fabricar roupas e acessórios com materiais recicláveis.
O estudante do 6° período do curso de Jornalismo da PUC Guilherme Ferraz Marçal, 20 anos, apoia a iniciativa e disse que vai contribuir entregando equipamentos pouco utilizados em casa. "Sabendo dessa iniciativa na minha faculdade, acho que vou até procurar nas minhas gavetas para ver se tenho algum aparelho que não vou mais utilizar, que possa ser transformado em outra coisa mais produtiva do que ficar parado no armário", disse.
O projeto Fábrica Verde foi lançado em maio de 2011 no Complexo do Alemão e expandido para a Rocinha, em junho deste ano. Nele, cerca de 250 jovens aprendem a transformar computadores sem uso, doados por moradores e empresários, em novas máquinas. Após a reforma, os equipamentos são doados a telecentros comunitários. Com o incentivo, esses jovens recebem uma ajuda de custo no valor de R$ 120. Os que se destacam, podem ser contratados como monitores e passam a receber uma bolsa de R$ 600.

Conheça seis substâncias que você tem em casa e que podem ser utilizados para limpeza


Limpeza ecológica: como limpar a casa com produtos naturais

Conheça seis substâncias que você tem em casa e que podem ser utilizados para limpeza

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Lava-louça
Usar bicabornato de sódio é uma boa dica ecológica para lavar a louça
São Paulo - Os produtos de limpeza comerciais são caros e podem ser muito prejudiciais para o meio ambiente. Além disso, eles contêm perfumes e fragrâncias que podem ser prejudiciais também para aqueles que são mais propensos a alergias. Felizmente, há alternativas viáveis, mais econômicas e naturais de conseguir limpar a casa.
Confira:
Água com gás: muito eficaz na remoção de algumas sujeiras.
Bicarbonato de sódio: dissolvido em água, substitui os produtos de limpeza do banheiro, podendo ser usado para esfregar a louça e os azulejos (esfregue pela superfície, deixe agir por uma hora e enxágue). Também limpa panelas manchadas: é só colocá-lo na panela e levá-la ao fogo até ferver
Vinagre branco: além de ser bactericida, serve como desengordurante de diversas superfícies, removendo manchas e odores fortes e limpando panelas, azulejos, vidros, espelhos e vasos sanitários. É só preparar uma solução com uma colher de vinagre em um litro de água e esfregar a superfície com um pano limpo.
Sumo de limão: é muito eficiente para eliminar manchas em tecidos e em madeiras. Assim como o vinagre branco, é bom para remover sujeiras das superfícies, especialmente gorduras.
Sal: o sal puro eficaz na remoção de odores de sapatos e evita que se fixem manchas nos tecidos.
Óleo vegetal: uma camada de óleo vegetal protege o metal dos elementos prejudiciais no ar e mantém a integridade das madeiras. É também um produto muito eficaz para dar mais brilho a objetos de ferro ou de latão e para prevenir o aparecimento de ferrugem.

terça-feira, 3 de julho de 2012

SELO DE BOAS PRÁTICAS..


Legislação Social e Meio Ambiente: Usina Coruripe recebe selo de boas práticas do Governo Federal

27/06/2012 09:39
Divulgação com Redação
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Todas as unidades da Usina Coruripe receberam um certificado
Das mãos da presidenta Dilma Rousseff e do ministro da Secretaria-geral da presidência, Gilberto Carvalho, o responsável pelo setor de Recursos Humanos da Usina Coruripe, Adalberto Santos, recebeu, em nome de todas as unidades, o selo de boas práticas na cana-de-açúcar. Durante o evento outras 169 empresas do setor também receberam o selo, o objetivo é parabenizar o trabalho realizando respeitando o meio ambiente e a legislação social.
“Estamos dando um passo no sentido de cada vez mais mostrar que é possível produzir respeitando o meio ambiente e a legislação social. Produzir energia limpa e, além disso, fazer um processo de inclusão social no qual o direito dos trabalhadores assuma papel relevante e de destaque", disse a presidenta Dilma em discurso durante a solenidade.
Na sua avaliação, as empresas contempladas com o selo de boas práticas se destacaram por garantir aos seus funcionários condições de trabalho que levem em conta saúde, alimentação, transporte e segurança, entre outros direitos.
O representante da Usina Coruripe em Minas Gerais, Rui Nogueira Ramos, falou sobre a importância de se trabalhar com o objetivo voltado para o desenvolvimento com sustentabilidade.
“Recebermos esse tão importante reconhecimento do governo federal é uma prova de que estamos no caminho certo: o de trabalhar em harmonia com o lucro, a sustentabilidade e o bem-estar dos nossos colaboradores e da comunidade. Esse selo só reafirma o compromisso da Usina Coruripe com as boas práticas em toda sua cadeia produtiva”, disse.
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    MEIO AMBIENTE E CAVALOS.


    Meio ambiente e cavalos

    A propósito da Rio+20

    As discussões na Rio+20 estão centradas em três temas principais: o aquecimento global, a poluição nas cidades e a crescente escassez dos recursos naturais, com a universalização do desenvolvimento econômico. As origens do aquecimento global, observado no período mais recente a partir de 1979, motivam grande debate científico, contrapondo os que não encontram evidência científica suficiente para atribuir o fenômeno à ação humana àqueles que julgam detê-la.
    A poluição urbana decerto tem a ver com a ação humana. Ninguém quer poluir, mas o fato de produzirmos e de nos locomovermos com a tecnologia atual causa consequências danosas, mesmo não desejadas por nós.
    A universalização do desenvolvimento econômico, que retira da miséria bilhões de seres humanos e lhes proporciona uma vida mais digna, tem efeitos colaterais negativos sobre o meio ambiente. Um deles é a crescente "escassez" de recursos naturais. A exaustão desses recursos, que nada deixaria para as futuras gerações, provoca indignação em muitos bem-pensantes, para quem gerações inexistentes têm mais valor do que as gerações de miseráveis contemporâneos.
    O "pensamento único" dominante no ambientalismo descrê da capacidade dos seres humanos de encontrar soluções para os problemas por eles mesmos criados – e então cerceia e substitui a inventividade e a liberdade de empreender pelo planejamento e pelo controle burocrático do Estado na solução desses problemas.
    Essa arraigada crença se baseia em uma premissa equivocada – a de que as tendências que observamos hoje se projetarão inevitavelmente no futuro, até o desastre irreversível. A hecatombe só será evitada se nos acomodarmos às prescrições dos pessimistas, que se arvoram o monopólio do conhecimento.
    Contudo, as profecias apocalípticas simplesmente não se realizaram. Exemplo: em 1975 a revista “Newsweek” publicou matéria de capa mostrando que a evidência científica então disponível indicava uma tendência gradativa ao esfriamento da Terra, a partir de 1940, e que se imaginava se projetaria indefinidamente no futuro. O texto indicava que as consequências do esfriamento seriam dramáticas por causarem drástica queda na produção de alimentos, com sérias implicações políticas em muitos países. Nada disso ocorreu, e hoje se acredita que exista uma nova tendência ao aquecimento, iniciada em 1979.
    Outro exemplo: a grande "crise da bosta de cavalo" ocorrida na virada do século 19 em grandes cidades, como Londres e Nova York, que dependiam de milhares desses animais para o transporte de mercadorias e pessoas. Essa tropa produzia um imenso volume de cocô – em média, entre 7 e 15 quilos diários por cavalo. Em Nova York, os 100 mil cavalos da cidade produziam em 1900 mais de mil toneladas diárias de estrume, a serem recolhidas e eliminadas.
    Em 1894, um colunista do “Times” londrino previu (por certo com base nas tendências então observadas) que em 50 anos as ruas de Londres estariam sepultadas sob três metros de bosta. A esse custo para a sociedade adicionava-se o custo privado de estabular e alimentar a crescente tropa de cavalos, devido ao crescimento da população londrina.
    Nenhuma solução para o problema foi encontrada na primeira conferência internacional de planejamento urbano, realizada em Nova York. Contudo, a civilização urbana não pereceu enterrada na bosta. Milhões de cavalos foram substituídos por veículos a motor, quando o custo do uso dos animais tornou insustentável seu emprego em meios de transporte.
    A combinação de um sistema econômico que privilegiava a inventividade e o empreendedorismo de indivíduos como Henry Ford, que buscavam o lucro, evitou a catástrofe. Esse sistema econômico se baseava em preços livremente formados no mercado, que sinalizavam a um só tempo a escassez de recursos e as oportunidades de ganho privado com a introdução de novas tecnologias e produtos.
    A Idade da Pedra não acabou pela escassez de pedras, mas pelo progresso tecnológico – a metalurgia tornou a pedra obsoleta como instrumento de trabalho e de defesa. Não houve a grande crise da sílica, da mesma forma que a grande crise da bosta de cavalos jamais ocorreu.
    As pessoas eventualmente incorporarão a poluição nas grandes cidades ao custo de nela viverem – e demandarão meios de transporte mais limpos. Os incentivos de mercado acabarão por gerar, a preços competitivos, novas tecnologias. E novos recursos substituirão os que forem se tornando mais escassos – não porque tenhamos afeto por eles, mas porque sua crescente escassez os tornará mais caros em relação a recursos alternativos.
    Quanto ao aquecimento global, até que haja consenso entre os que realmente entendem do assunto, prefiro continuar pensando que atribuir aos humanos a origem do problema é uma soberba semelhante à de Ícaro, que pretendia voar até o Sol com suas improvisadas asas.

    POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS.


    Meio Ambiente07h40, 18 de Junho de 2012

    Audiência pública discute Política Nacional de Resíduos Sólidos em Coruripe

    O prefeito Marx Beltrão e a Procuradoria do Município vão participar de audiência pública que vai abordar temas relativos à Política Nacional de Resíduos Sólidos e destinação dos mesmos, nesta terça-feira (19), no auditório da Câmara de Vereadores, às 15h, praça Dr. Castro Azevedo, n°47, Centro.
    Em 2 agosto de 2010 foi promulgada a Lei Federal 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), regulamentada pelo Decreto Federal 7.404 de 23 de dezembro de 2010. De acordo com a procuradora do município, Carla Beltrão, a nova lei visa regulamentar a questão dos resíduos tanto na iniciativa privada, quanto na pública através de princípios, objetivos, diretrizes, metas, ações e instrumentos para sua implementação.
    As mudanças mais significativas da Política Nacional de Resíduos Sólidos estão na obrigatoriedade da elaboração de Planos de Resíduos para a União, Estados e Municípios e, também para as atividades que sejam potencialmente poluidoras passíveis de licenciamento ambiental e/ou atividades que gerem resíduos, que em função de volumes e/ou periculosidade possam causar danos ao meio ambiente e a logística reversa para embalagens e/ou produtos que se esgotem após o consumo.
    Para Marx Beltrão é importante destacar que a Política Nacional de Resíduos Sólidos traz orientações para as organizações na aquisição de produtos reciclados, bens ou serviços sustentáveis e a parte mais importante, a implantação de sistemas de gestão ambiental.
    Fonte: Ascom Coruripe

    USINA DE LIXO DE SÃO BERNADO/ 2015.


    23/06/2012 11:55

    Usina de lixo de São Bernardo fica para 2015

    Com assinatura do contrato de coleta de lixo, Consórcio Revita Lara fará incineração e geração de energiaEvandro Enoshita
    evandroe@abcdbomdia.com.br
    A prefeitura de São Bernardo assinou na tarde desta sexta-feira (22) o contrato com o Consórcio SBC Valorização de Resíduos. Formado pelas empresas Revita e Lara, o Consórcio será responsável pelo manejo de resíduos sólidos do município.

    Orçado em R$ 4,3 bilhões, e com prazo de duração de 30 anos, a SBC Valorização de Resíduos terá como atribuição - além da construção de uma usina de incineração -, o desenvolvimento de uma rede de coleta e destinação do lixo.

    CRONOGRAMA/A partir da assinatura do contrato, a empresa terá um prazo de 45 dias para apresentação do projeto executivo, que deve ser posto em prática até o final do ano.

    Nesse projeto deve constar também o plano de descontaminação da área do antigo aterro do bairro Alvarenga. Após a revitalização, o local irá abrigar um parque de 300 mil metros quadrados. Será necessária a captação e retirada do chorume - líquido gerado pela decomposição do lixo - e o tratamento da água contaminada. “Depois da aprovação do projeto executivo, a previsão é de que o prazo para descontaminação da área seja de 12 meses”, disse o diretor da Revita, Reginaldo Bezerra.

    USINA/ Além da construção do espaço verde, a limpeza da área será necessária para que o local possa abrigar a usina de lixo.
    Com capacidade para geração de até 22 megawatts/hora - o suficiente para atender a metade da demanda atual da cidade -, a usina terá um custo de construção de R$ 600 milhões. A previsão é de que as obras sejam iniciadas em 2013, e a queima do lixo passe a acontecer a partir de 2015.

    Entretanto, ainda não está definida a tecnologia que será utilizada na geração de energia. Segundo o secretário de Planejamento Urbano de São Bernardo, Alfredo Buso, a definição também deverá acontecer até o final deste ano.

    CUSTO/ Atualmente, o município gasta R$ 14 milhões por mês para descartar as 700 toneladas de lixo produzidas diariamente na cidade. Atualmente os resíduos são enviados para o aterro Lara, em Mauá.
    Com o novo contrato, o custo será de R$ 10 milhões/mês. Por outro lado, o consórcio poderá explorar a renda gerada pela venda de materiais recicláveis e da energia elétrica da usina.

    Consórcio foi único a fazer proposta
    Fim da licitação foi adiado por três vezes
    Desde o ano passado, a prefeitura de São Bernardo já havia adiado duas vezes a data para anúncio da empresa vencedora da licitação dos serviços de lixo.

    Inicialmente, a concorrência estava prevista para ser encerrada em 30 de agosto do ano passado. Depois a data de anúncio do vencedor foi adiada para o dia 28 de dezembro. A licitação, porém, só foi concluída em março deste ano.“Enfrentamos algumas dificuldades devido às restrições impostas pelo Tribunal de Contas. Por isso houve uma demora na assinatura do contrato”, explicou o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho.

    Cinquenta empresas chegaram a retirar o edital para a concorrência, mas apenas uma - o Consórcio SBC Valorização de Resíduos - chegou a fazer proposta à prefeitura.

    A previsão é que com o novo contrato de manejo do lixo sejam gerados entre 500 e 800 empregos na cidade, que deverão se concentrar na nova rede de pontos de entrega voluntária de materiais recicláveis, centrais de triagem e 30 ecopontos, que serão administrados por cooperativas.
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