sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ATÉ AGUA DE MAIS MATA QUE DIRÁ SAL.

06/01/2012 12h42 - Atualizado em 06/01/2012 12h42

Governo quer reduzir nível de sódio no pão francês

Anvisa lançou nesta sexta guia com orientações a indústrias e padarias.
Objetivo é diminuir em 10% adição do componente no pão até 2014.

Sandro Lima Do G1, em Brasília
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O governo, numa tentativa de reduzir o consumo de sódio, quer diminuir em 10% o nível da substância adicionada ao pão francês até 2014.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou o "Guia de Boas Práticas Nutricionais para o Pão Francês" com o objetivo de orientar indústrias e padarias a produzir o pão com menos sódio.
Segundo a Anvisa, uma unidade de pão francês (50 g) que hoje tem em média 320 mg de sódio, deverá ter uma diminuição de 10% na adição deste componente até 2014. A redução não é obrigatória, mas, segundo a gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise Resende, tem o apoio do setor.
"Não estamos trabalhando com a obrigatoriedade, estamos fazendo uma parceria com as associações do setor, que se comprometeram a divulgar o guia entre seus associados", disse Denise.
Segundo ela, a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), a Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), a Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip) assinaram termo de compromisso para redução de sódio nos alimentos.
Uma das recomendações do guia é que as padarias utilizem balanças para pesar a quantidade de ingredientes utilizados na fabricação do pão francês, especialmente o sódio, pois medidas incorretas podem aumentar o nível de sal no pão. "Nossa recomendação é que os estabelecimentos adquiram a balança e pesem os ingredientes da receita para fazer essa redução [no nível de sódio]."
Segundo Denise, por questões técnicas da produção do pão francês, não é possível uma redução superior a 10% na adição de sódio. "O sal tem uma função no pão e não se consegue reduzir em mais de 10%", afirmou.
Hoje, o brasileiro consome em média 12 g de sal por dia e o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 5 g"
Denise Resende, gerente geral de alimentos da Anvisa
Saúde
Além do pão francês, a Anvisa pretende lançar guias de boas práticas para outros produtos."Estamos trabalhando em conjunto com o Ministério da Saúde para diminuir o nível de sal na dieta do brasileiro. Hoje, o brasileiro consome em média 12 g de sal por dia e o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 5 g, ou seja, estamos consumindo mais que o dobro", disse Denise.
Segundo a Anvisa, a redução do consumo de sal para 5 gramas por dia diminuiria em 10% a pressão arterial da população brasileira, em 15% os óbitos por acidente vascular cerebral e em 10% nos óbitos por infarto. Com essa redução, 1,5 milhão de brasileiros não precisaria de medicação para hipertensão e a expectativa de vida dos hipertensos seria aumentada em até quatro anos.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

FOTOS DAS RUAS ALAGADAS DE ITAPERUNA/RJ

Secretaria Municipal de Defesa Civil e Ordem Pública de Itaperuna

por Jornalismo em 4.1.12 //


Nota  04/01/2012  07:00h
A Secretaria Municipal de Defesa Civil e Ordem Pública (SEMDECOP) informa que o rio Muriaé já esta descendo na cidade de Laje do Muriaé, e que o rio ainda se encontra subindo nesta manhã em Itaperuna com a velocidade de 1cm por hora.             
Acreditamos que vai se estabilizar a partir das 12:00h e começar a descer lentamente.
Informamos que não choveu nas cabeceiras, então a tendência realmente e estabilizar. A Avenida Cardoso Moreira esta interditada na altura da Drogaria Modelo.
Para maiores informações liguem: 3824-6334
Abaixo segue fotos do Centro de Itaperuna, nesta quarta-feira ás 08h.







AINDA SOBE A ÁGUA EM ITAPERUNA/ RJ





O Coordenador da Defesa Civil da região Noroeste Fluminense, Ten.Cel. Douglas Jr. acaba de divulgar em entrevista na Rádio Itaperuna AM os números oficiais as cheias do Rio Muriaé.

Itaperuna - 5.000 desalojados e 60 desabrigados

Cardoso Moreira - 447 desalojados e 80 desabrigados

Italva - 420 desalojados e 80 desabrigados

Laje do Muriaé - 2.500 desalojados e 400 desabrigados

Santo Antônio de Pádua - 12.000 desalojados e 300 desabrigados

Cambuci - 310 desalojados e 80 desabrigados


Redação da Rádio Itaperuna

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

PREFEITURA DE ITAPERUNA DIVULGA ENDEREÇO PARA DESABRIGADOS PELAS CHUVAS.

Rio Muriaé continua subindo em Itaperuna e Prefeitura divulga postos para desabrigados

Por Redação - Rádio Gospel FM





Rua Mal. Domingues dos Santos Figueiredo - Cidade Nova
Rua Mal. Domingues dos Santos Figueiredo - Cidade Nova
O nível do Rio Muriaé em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, continua aumentando. Nas últimas horas a Defesa Civil registrou um aumento intenso, mas ainda não há registro de desabrigados. A Prefeitura de Itaperuna divulgou que já existem postos para receber os que tiveram que sair de suas residências por causa das cheias: Colégio Estadual Rotary (Aeroporto), Escola Municipal Elzo Galvão (Horto Florestal) Escola Municipal Oscar Jerônimo (São Francisco), Escola Municipal Francisco Mattos Ligiéro (Cehab) e Escola Municipal Águas Claras (Loteamento Bedim).
Rua Maria Ortega Arrabal - Cidade Nova
Rua Maria Ortega Arrabal - Cidade Nova
O Rio Muriaé que aos 5,2 metros atinge a sua marca de transbordo, na última medição já atingia a marca dos 6 metros e com isso várias ruas no Centro da cidade já foram alcançadas pelas águas.
A Defesa Civil de Itaperuna na manhã desta segunda-feira (02/01) informou sobre o risco de cheias, deslizamentos e desabamento
NOTA A IMPRENSA PELA DEFESA CIVIL DE ITAPERUNA
Devido as fortes chuvas que ocorreram na região, a Secretaria Municipal de Defesa Civil e Ordem Pública informa que estamos em ALERTA MÁXIMO para os desastres de enchentes e deslizamentos de terra, pois choveu aproximadamente na Bacia do Rio Muriaé 60 milímetros, o que está enchendo gradualmente o rio Muriaé e o Carangola, o que deverá provocar o transbordo do rio aproximadamente às 18:00 hs.
Informo também que uma das maiores preocupações são as áreas de encosta, onde a terra já está bem saturada, e devido à previsão de chuvas de aproximadamente de 50 milímetros para hoje e amanhã há um risco de deslizamentos. Moradores das áreas de encostas, sem nenhum tipo de contenção, deverão procurar locais seguros, casas de parentes e amigos, para se abrigarem até quinta feira, ou ligar para a Defesa Civil e solicitar o deslocamento para abrigo público, tel 3824-6334.
Defesa Civil da alerta através de Motocicletas
A Defesa Civil de Itaperuna está alertando os moradores das ruas onde corriqueiramente ocorre a inundação em momentos de chuva forte ou das cheias causadas pelo Rio Muriaé. Para tal motocicletas aparelhadas com sonorização está percorrendo os referidos logradouros informando sobre o risco de ficarem no local, pois há possibilidade de inundação.
Rua José Egygio Tinoco - Cidade Nova
Rua José Egygio Tinoco - Cidade Nova
A Defesa Civil Estadual interditou no final da tarde de segunda-feira (02/01) o acesso à Itaperuna, pela RJ 116, em Laje do Muriaé. A rodovia faz a ligação entre Itaboraí, na região metropolitana, e Itaperuna.
O Rio Muriaé transbordou e invadiu as ruas de Laje do Muriaé e interrompeu a passagem de veículos entre Miracema e aquela cidade pela RJ 116 às 17h de segunda-feira. Os moradores de Miracema que queiram chegar até Itaperuna têm que passar por Santo Antônio de Pádua e São José de Ubá.
Avenida Presidente Dutra - Cidade Nova
Avenida Presidente Dutra - Cidade Nova
As chuvas encheram o Rio Muriaé em Minas Gerais e ele segue cheio pelo noroeste do Estado do Rio. Depois de atingir Laje do Muriaé, ele causa transtornos para Itaperuna. Nos municípios de Italva e Cardoso Moreira as águas já estão causando cheias.
Rua João do Couto - Cidade Nova
Rua João do Couto - Cidade Nova
Em Laje do Muriaé, cerca de 50 homens da Defesa Civil municipal e estadual estão esvaziando as casas na beira do rio. No primeiro momento, 500 pessoas estão desabrigadas e mais de 1000 desalojados. O coordenador da Defesa Civil no Noroeste Fluminense, Coronel Douglas Paulich, informou que a corporação esta enviando três caminhonetes e dois caminhões para ajudar na retirada das famílias.
Avenida Presidente Dutra - Cidade Nova
Avenida Presidente Dutra - Cidade Nova
- Ainda não dá para saber quanto o rio vai subir, mas já estamos fazendo a evacuação para prevenir. De acordo com os dados que recebemos de Muriaé [em Minas Gerais], ele vai chegar mais cheio que da ultima vez, quando ultrapassou em 80 cm o limite da sua capacidade.
Avenida Dep. Carlos Pinto Filho - Cidade Nova
Avenida Dep. Carlos Pinto Filho - Cidade Nova
Em Itaperuna, a previsão é que ele comece a atingir as ruas da cidade na beira rio, no início da noite. Cerca de 500 famílias vão ser atingidas pela cheia. A Defesa Civil do município está orientando a população a procurar abrigos. A prefeitura já disponibilizou sete centros para receber os desabrigados.
Trânsito está congestionado por toda cidade de Itaperuna - Rubens Tinoco Ferraz - Cidade Nova
Trânsito está congestionado por toda cidade de Itaperuna - Rubens Tinoco Ferraz - Cidade Nova
Nova Friburgo
A chuva forte também está afetando a região serrana do Estado do Rio, onde mais de 900 pessoas morreram no ano passado. Em Nova Friburgo, 14 das 35 sirenes do sistema de alerta em áreas de risco já foram acionadas. Em pouco mais de 24 horas, choveu 135,2 mm em Nova Friburgo, mais da metade da média prevista para o mês de janeiro. Por isso, o município, um dos mais afetados pelo temporal de janeiro do ano passado, está em alerta máximo desde domingo (1º), segundo o subcoordenador de Defesa Civil Robson Teixeira.
Trânsito tumultuado no triângulo das Ruas: José Egydio Tinoco, Rubens Tinoco Ferraz e Av Prefeito Orlando Tavares
Trânsito tumultuado no triângulo das Ruas: José Egydio Tinoco, Rubens Tinoco Ferraz e Av Prefeito Orlando Tavares
Trânsito complicado na Rua José Egydio Tinoco na Cidade Nova
Trânsito complicado na Rua José Egydio Tinoco na Cidade Nova
(*) Por: Marcos Vinicio Dias Ribeiro
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RIO MURIAÉ, EM ITAPERUNA/rj SOBEM A NIVEIS PREOCUPANTES.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Nível do Rio Muriaé sobe na madrugada

Reprodução da Internet | Blog do Adílson

Por volta de 1h30min da manhã de hoje (03/01), o nível do Rio Muriaé estava medindo 4,73m e continuava subindo. Em Laje do Muriaé, o nível do rio também continua subindo. Na cidade mineira de Muriaé, internautas informam que o volume de água assusta, podendo ser uma das piores enchentes daquela cidade.

Veja o comentário que o internauta José Carlos, de Muriaé, enviou para o blog: “Agora, às 23 horas, dei uma volta pela cidade e nunca vi nada igual. A Av. JK se transformou num rio paralelo ao Rio Muriaé. A cidade está ilhada. Esta é a maior enchente que minha cidade já viu. As pontes da Barra, da Rodoviária e da Casa de Saúde estão com água por cima delas. Se previnam irmãos de Itaperuna”, alerta José Carlos.

Todo esse volume de água passa por Itaperuna. A Secretaria Municipal de Defesa Civil e Ordem Pública de Itaperuna recomenda às pessoas que moram em áreas de risco que levantem ao máximo seus móveis e busquem abrigo em casa de pessoas que estejam fora das áreas de risco.

A Secretaria ainda informa que está à disposição para eventuais remoções a abrigos públicos. O telefone da Secretaria Municipal de Defesa Civil e Ordem Pública é: 22 3824-6334.

Medições de ontem, 02/01/12:

08h: 3,40m

14h: 3,78m

16h: 4,00m

18h: 4,20m


Da redação com Blog do Adílson

Negociador Brasileiro na COP 17 / Imagem intocavel do Pais.

29/11/2011 06h05 - Atualizado em 29/11/2011 06h05

Polêmicas ambientais não interferem na imagem do Brasil, diz embaixador

Público internacional percebe reação do governo, diz André Corrêa do Lago.
Negociador-chefe do Brasil na COP 17 concedeu entrevista ao G1.em Durban

Dennis Barbosa Do Globo Natureza, em Durban
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O negociador-chefe do Brasil na COP 17, André Corrêa do Lago, disse ao G1 na abertura da conferência realizada em Durban, na África do Sul, que as recentes discussões ambientais que o país enfrenta não interferem na imagem do país perante outras nações, nem na posição assumida na Cúpula Climática da Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo ele, polêmicas como a construção da usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, o derramamento de óleo na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, e o processo de aprovação do novo Código Florestal tiveram reações imediatas do governo e um debate com a sociedade. “O público internacional percebe como o Brasil reage aos problemas”, afirma.
O embaixador comenta ainda sobre as negociações climáticas iniciadas em Durban e que prosseguirão até o próximo dia 9 de dezembro. Confira vídeo ao lado.
Apelo para evolução nas negociações
Delegados de mais de 190 países terão de avançar nos acordos firmados na última reunião, em Cancún. Em discurso proferido na abertura do encontro, nesta segunda-feira (28) o presidente sul-africano, Jacob Zuma, destacou os dois principais pontos a serem definidos: o funcionamento do “fundo verde”, por meio do qual os países ricos deverão ajudar os pobres a enfrentarem o aquecimento global, e um segundo período do Protocolo de Kyoto, acordo pelo qual países desenvolvidos se comprometem a reduzir suas emissões de gases-estufa, que expira em 2012.
“Com uma liderança competente, nada é impossível aqui em Durban”, disse o presidente sul-africano. Apesar do tom moderado, o líder lembrou a todos as consequências desastrosas das mudanças climáticas previstas para muitos países em desenvolvimento.
“A agricultura em vários países africanos pode cair até 50% até 2050, o que pode causar sérios problemas de fome”, disse.
O Brasil integra o bloco G77+China (que, além do país asiático, inclui países em desenvolvimento) e vai apoiar o que esse grupo decidir consensualmente. Entre as nações representadas estão, por exemplo, as africanas e os pequenos países insulares que podem desaparecer se o nível do mar subir muito.
Nações em desenvolvimento têm que fazer mais
A Europa fala de um segundo período do Protocolo de Kyoto, mas dentro de um plano para um novo acordo vinculante mais abrangente, que inclua também as nações em desenvolvimento, para ser negociado até 2015, com validade prazo de ratificação interna em cada país até 2020. Seria uma novo “mapa” de negociação, como dizem os diplomatas.
“Precisamos fortalecer Kyoto”, disse nesta segunda-feira (28) o negociador que representa a presidência temporária polonesa da União Europeia na COP 17, Thomasz Chruszczow.
Os EUA, que não têm compromisso para reduzir suas emissões, também voltaram a questionar a adesão dos emergentes a um acordo vinculante de longo prazo, para 2050, por exemplo. O negociador dos EUA, Jonathan Pershing, disse que trabalhar com o panorama de 2020 dá a falsa impressão que um plano implementado até lá resolverá o problema das mudanças climáticas e ressaltou como fundamental a inclusão de todos.
“Um acordo vinculante para depois de 2020 só é possível se "envolver todos os 'players' relevantes’”, disse - um recado principalmente para a China, que desbancou recentemente os americanos como o maior emissor de gases-estufa , mas também a outros países, como o Brasil.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

PARQUES DO IBITIPOCA E SERRA DO BRIGADEIRO/ MG.

Para aproveitar o feriado nacional no próximo dia 12 de outubro e fugir da estressante rotina do dia a dia, o ideal é programar passeios que estimulem o descanso e a tranquilidade. Desta forma, nada melhor que ir em busca de belas paisagens, natureza exuberante e aventuras inesquecíveis. E os Parques de Ibitipoca e Serra do Brigadeiro, localizados na Zona da Mata, oferecem tudo isso.
De acordo com o secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, o objetivo da Setur é fazer com que o mineiro possa aproveitar um dia de folga no meio da semana para fazer o turismo regional. “Feriados são ótimas oportunidades para o descanso e o lazer e, ainda, a prática da atividade turística movimenta a economia dos municípios, gerando renda para as comunidades”, destaca.
O Parque Estadual da Serra do Brigadeiro ocupa o extremo norte da Serra da Mantiqueira, abrangendo os municípios de Araponga, Fervedouro, Miradouro, Ervália, Sericita, Pedra Bonita, Muriaé e Divino. A unidade de conservação tem 14.984 hectares, onde predominam a Mata Atlântica, montanhas, vales, chapadas, encostas além de diversos cursos d’água. O Parque abriga vários Picos: o do Soares (1.985 metros de altitude), o Campestre (1.908 m), o do Grama (1.899 m) e o do Boné (1.870 m).
A infra-estrutura do Parque é composta por centros de pesquisa, posto da polícia ambiental, laboratórios, alojamentos para pesquisadores, Centro de Visitantes e de Administração e residências. A sede da ‘Fazenda Neblina’, antiga construção colonial, onde hoje se localiza o Parque, foi reformada e transformada em casa de hóspede.
O Parque não possui área de camping e a visitação deve ser feita no período diurno. O horário de funcionamento é das 07 às 17 horas.
O telefone para contato é (32) 3721-7491. Consulte a administração antes de visitar os atrativos do Parque.
Como chegar
O acesso mais utilizado é pela cidade de Araponga (a estrada não é pavimentada). O Parque fica entre os municípios de Araponga e Fervedouro. Saindo de Belo Horizonte, seguir pela BR 040, no sentido do Rio de Janeiro, até a BR 356 (rodovia dos Inconfidentes), sentido Ouro Preto. Seguir pela MG 262 até o município de Ponte Nova e entrar na BR 120, sentido Viçosa. Em Viçosa, no trevo para Ubá, pegar o acesso para São Miguel do Anta e, depois, pela BR 482 até Araponga. A partir daí, seguir por 11 km de estrada de terra até a ‘Portaria Araponga’ do Parque. A partir de Viçosa, a estrada está bem sinalizada.
Outro acesso para o Parque, chegando pela Portaria Pedra do Pato, é pelo município de Fervedouro que fica a 27,7km (a estrada não é pavimentada). No período das chuvas as estradas de acesso ao Parque tornam-se escorregadias, sendo recomendável o uso de veículo tracionado. O parque fica a 290 km de Belo Horizonte.
Ibitipoca
Ponte de Pedra, Janela do Céu, Gruta dos Três Arcos, Pico do Pião, estes são apenas alguns dos atrativos do Parque Estadual do Ibitipoca, o mais visitado em Minas Gerais. Entre mirantes, grutas, praias, piscina natural, cachoeiras e picos, o turista pode se deliciar com paisagens incríveis nos 1488 hectares que o Parque possui.
Abriga córregos e riachos, que concentram a maior parte de seus atrativos, incluindo piscinas naturais e cachoeiras. A correnteza forte chega a fazer escavações nas rochas e forma passagens subterrâneas, como a Ponte da Pedra. É necessário entrar em contato com a Administração do Parque e se informar sobre quais atrativos estão abertos à visitação, onde se podem praticar as atividades: Banhos na Natureza, Cavernismo, Festas Folclóricas, Observação da Fauna e de Flora, Trekking, Turismo Fotográfico, Vista Panorâmica.
Os Ribeirões do Salto e Vermelho e o Córrego do Monjolinho formam belas cachoeiras e piscinas naturais. Com 1.784 metros de altitude, o pico da Lombada oferece uma vista panorâmica inigualável. A fauna é rica, com a presença de espécies ameaçadas de extinção, como a onça parda, o lobo guará e o primata guigó. Diversas espécies da flora são encontradas na unidade de conservação. Um traço marcante da vegetação no Ibitipoca são as “barbas-de-velho”, uma espécie de líquen verde-água, que pende dos galhos das árvores, provocando um belo efeito visual.
O Parque possui uma ótima infra-estrutura de apoio aos visitantes, composta de estacionamento, lanchonete, centro de visitantes, anfiteatro e área de camping – as reservas devem ser feitas com antecedência. A grande procura ocasionou a limitação do número de visitas pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF). Atualmente, o número está limitado a 300 pessoas, de segunda a sexta-feira, e 800 por dia nos sábados, domingos e feriados. Por isso, é possível encontrar algumas trilhas fechadas à visitação. O horário de funcionamento é das 08 às 17 horas. Quem quiser entrar em contato pode ligar no (32) 3281-1101. O parque fica a 241 km de Belo Horizonte.
Como chegar
Seguir em direção a Juiz de Fora pela BR-040 e entrar no trevo de acesso à BR267, prosseguindo em direção a Lima Duarte. Para chegar ao Distrito de Conceição de Ibitipoca são mais 27Km de estrada de chão e, de lá, mais 4 Km até a portaria do parque.