domingo, 4 de dezembro de 2011

MODELO DE AGRICULTURA SUSTENTAVEL/BAIXO IMPACTO.

Modelo agrícola do Paraná reduz emissão de gases de efeito estufa (22/09/2011)

O Paraná está apresentando os resultados das técnicas de integração lavoura, pecuária e floresta que demonstram maior eficiência no aumento da produtividade da atividade rural, ao mesmo tempo que contribui para a redução do efeito estufa proveniente da atividade agropecuária. A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento revelou os resultados animadores de um projeto iniciado em 2005 em Porto Vitória, região Sul do Estado, que podem ser expandidos para outras regiões do Estado e do País.

Em dia de campo realizado esta semana (20) na propriedade do agricultor Arlindo Zamboni, de 35 hectares, foi comprovado que as técnicas aplicadas de integração lavoura, pecuária e floresta aumentaram a produtividade das pastagens entre 15% a 20%, elevando a renda bruta do agricultor de R$ 12,9 mil para R$ 76,8 mil por ano. Estavam presentes cerca de 200 agricultores da região.

Na propriedade, o agricultor aliou a atividade da pecuária leiteira, o cultivo florestal e de olerícolas (legumes), numa convivência pacífica demonstrando que há possibilidades de relação harmoniosa entre os componentes de desenvolvimento sustentável e de qualidade de meio ambiente no meio rural.

A estratégia foi adotada em parceria entre a Secretaria da Agricultura, Prefeitura de Porto Vitória, Emater, Iapar, IAP e Embrapa Floresta, que viabilizaram um projeto de transferência de tecnologia onde a área foi escolhida em função do potencial que a propriedade apresentava para o cultivo florestal e o produtor também tinha o perfil para adotar as boas técnicas de gestão da propriedade. Além disso, o técnico da Emater que acompanhou a implantação do projeto foi capacitado em sistemas silvipastoris e adequação ambiental.

Conforme o projeto, o agricultor substituiu a atividade da pecuária de corte em pastagens degradadas na propriedade pela pecuária leiteira. Em seguida promoveu a adequação ambiental da área com a recuperação da reserva legal com o cultivo de eucalipto e de Áreas de Preservação Permanente com o cultivo de espécies nativas da região como araucária e bracatinga.

De acordo com os técnicos, a integração de pastagens com árvores contribui para a criação de um microclima favorável à fisiologia das plantas e para a conservação de mais água no sistema de produção. A técnica também ajuda no controle da erosão do solo, protege contra geadas, permite a produção de madeira de qualidade que pode alcançar melhor preço em função do manejo. E ainda proporciona a melhoria na saúde dos animais através do conforto térmico.

Além disso, na integração da pecuária e floresta o balanço da emissão de gases de efeito estufa é positivo, a favor do meio ambiente. Isso porque o gás metano produzido pelos animais é neutralizado pela incorporação de carbono das árvores e pelo sistema de produção intensiva de forragens. Esse sistema de produção propicia a manutenção da qualidade da água ou até mesmo sua melhoria, que beneficia o meio ambiente.

Iniciativas como essa, em que o planejamento da propriedade mostra o caminho do desenvolvimento sustentável, são muito importantes para a geração de renda e a elevação da qualidade de vida no campo, disse o diretor-geral da Secretaria estadual da Agricultura, Otamir Cesar Martins.

Martins falou o envolvimento das prefeituras e demais entidades públicas na recuperação da área, argumentando que as municipalidades e as comunidades têm que entender que as grandes indústrias no interior são as propriedades rurais. “A qualificação delas significa ampliar as possibilidades de geração de renda, de acesso a serviços essenciais como saúde e educação e de melhores condições de vida no meio rural”.

Segundo ele, o programa de Integração Pecuária, Lavoura e Floresta, iniciado no Paraná, está de acordo com a política do programa federal de Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Se o Brasil adotar esse sistema de produção para reverter a pecuária com baixa produtividade, terá condições de avançar para uma situação em que a atividade deixa de ser emissora de carbono para ser fixadora de carbono, em benefício do meio ambiente, da sociedade e da geração da renda na propriedade, afirmou Martins.

Em Porto Vitória, o sistema implantado tem baixo custo de implantação, tem facilidade de obter financiamento no Pronaf e ao programa ABC e certamente servirá de referência para outras regiões, disse.

De acordo com a Emater, esse Dia de Campo demonstra que diante dos desafios ambientais da atualidade os produtores devem planejar a propriedade e incorporar o componente florestal nos sistemas de produção na busca da elevação de renda. Segundo a entidade, não se admite mais a separação entre agricultura, pecuária e floresta, mas sim o casamento desses componentes no meio rural para aumentar a qualidade de vida, da sustentabilidade e da estabilidade da produção.
Produção e texto:
Agência de Notícias do Paraná

Minhocario/ discursão sobre contaminação dos solos

Evento discute o uso de minhocas como indicadoras de contaminação dos solos (05/08/2011)
Entre os dias 8 e 10 de agosto acontece o workshop “Ecotoxicologia com Oligoquetas: métodos, práticas e importância”. Durante os três dias, pesquisadores vão assistir a palestras e participar da edição de um livro com orientações e experiências brasileiras em pesquisas com minhocas e enquitreídeos como indicadores de contaminação dos solos.

O Brasil é reconhecido pelas pesquisas para avaliação e controle da contaminação da água, mas para o solo são feitas análises apenas para determinar a concentração dos compostos químicos, isoladamente. Somente por meio de pesquisas mais completas podem ser verificados com maior complexidade os efeitos dos níveis tóxicos das substâncias nos solos. Uma das variáveis mais efetivas é o comportamento de oligoquetas, especialmente as minhocas, extremamente sensíveis às alterações no solo.

O solo abriga e sustenta uma infinidade de organismos e todo um ecossistema que pode ser afetado por poluentes (agrotóxicos, metais pesados, etc.) nele depositados. Por isso, os métodos de avaliação da qualidade do solo são cada vez mais necessários para o monitoramento ambiental e a prevenção de desastres. Os oligoquetas (minhocas e
enquitreídeos) têm sido amplamente usados como indicadores de contaminação do solo e protocolos-padrão internacionais foram desenvolvidos para espécies de clima temperado. Porém, esses testes devem ser adaptados à realidade brasileira (temperatura, substratos, espécies), para que gerem respostas mais realistas sobre a contaminação.

Atualmente, no Brasil, apenas o teste agudo e de fuga  (ou rejeição) com minhocas foram recentemente incluídos nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Existem outros testes que são igualmente importantes, mas ainda não foram padronizados e adaptados para as condições brasileiras.

Existem várias iniciativas de uso desses animais em diversos testes ecotoxicológicos no país, e é necessário buscar padronizar os testes e a forma de apresentação dos dados para otimizar a geração de informação sobre os impactos dos contaminantes nos oligoquetas e no solo.

Para isso, o evento organizado pela Embrapa Florestas e Universidade Positivo visa compartilhar as experiências obtidas pelos diversos grupos de pesquisa na área e produzir um manual sobre o uso de oligoquetas nativos e exóticos em testes ecotoxicológicos no Brasil, contribuindo assim para melhorar o monitoramento e a avaliação da qualidade dos solos brasileiros.

O evento vai acontecer na Universidade Positivo e conta com a participação de pesquisadores da Alemanha e Portugal, além de instituições de pesquisa de todo o Brasil. O público alvo do workshop são agrônomos, técnicos agrícolas, engenheiros florestais, biólogos, zoólogos, pesquisadores e alunos que trabalham com o monitoramento e avaliação dos solos agrícolas, florestais e urbanos do país.
Texto e informações para imprensa:
Katia Pichelli – Jornalista (Mtb 3594/PR)
Embrapa Florestas

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Apleendido 300 javalis em area de Proteção Ambiental no Rio de Janeiro.

29/11/2011 - 16h28

Rio apreende mais de 300 javalis em criadouro ilegal em Área de Proteção Ambiental

Julio Reis
Especial para o UOL Notícias, no Rio de Janeiro
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Uma operação deflagrada pela Secretaria do Estado do Ambiente no Rio de Janeiro apreendeu, na manhã desta terça (29), 316 javalis em um criadouro ilegal na Área de Proteção Ambiental de Macaé de Cima, que fica no município de Nova Friburgo, região serrana do Estado.

Imagens do dia

Foto 43 de 59 - Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro realizou uma operação nesta terça-feira (29) e apreendeu 316 javalis que eram mantidos em um criadouro ilegal na Área de Proteção Ambiental de Macaé de Cima, em Nova Friburgo, na região serrana. O secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, acompanhou a operação Luiz Morier/Secretaria do Ambiente/Divulgação

Até agora, só 90 animais foram retirados do local - os outros devem ser recolhidos até o fim da semana. Segundo a secretaria informa, a demora se dá por causa da complexidade da ação, da localização do criadouro e do tamanho dos animais.

Coordenada pessoalmente pelo secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, a operação contou ainda com o apoio de equipes do Batalhão Florestal, do Bope, do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), da Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária e do Ibama.

“Era uma bomba biológica. Os javalis iam acabar com o Parque Estadual dos Três Picos, que é a maior unidade de conservação do Estado do Rio de Janeiro”, afirmou Minc. “Estamos em uma área de proteção ambiental e o empreendimento estava funcionando sem a licença ambiental do Ibama e do Inea, sendo uma atividade totalmente ilegal.”

De acordo com a secretaria, o criadouro ilegal trazia riscos ambientais para o ecossistema da região, já que não existiam predadores naturais dos javalis e os animais podiam comprometer a biodiversidade do local se invadissem áreas verdes protegidas.

A secretaria informou que os javalis retirados hoje foram transportados para um abatedouro em São Paulo, onde suas carnes voltarão embaladas a vácuo para serem doadas, pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, para restaurantes populares e comunidades carentes.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Tiro de Misericórdia

Por 41 votos a favor, 07 contra e 01 abstenção, o Senado Federal aprovou, na tarde de hoje, o Projeto de Lei da Câmara – PLC 01/10. O PLC visa estabelecer as competências da União, Estados e Municípios na fiscalização e autuação ambiental.
De acordo com o texto que foi aprovado hoje pelos senadores, apenas os órgãos que dão as licenças ambientais poderão emitir as multas em caso de descumprimento da legislação.
No caso de desmatamento, por exemplo, cabe aos Estados emitir o licenciamento e, dessa forma, também só caberia aos Estados o poder de multar. Com isso, o IBAMA estaria impedido, a partir de agora, de autuar desmatadores e outros contraventores ambientais.
Para entrar em vigor, o PLC só precisa agora da sanção da Presidente Dilma Rousseff.
É o fim da linha para o IBAMA?  Os últimos a saírem já podem começar a se preparar para apagar a luz!
Para saber mais, disponibilizo o Parecer da senadora Kátia Abreu, a relatora do projeto:
http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/77764.pdf
IBAMA: Será o início do fim?

Cat´astrofes Ambientais

O Relatório de Desenvolvimento Humano 2011, produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD e lançado hoje, contém uma detalhada análise sobre o comprometimento dos recursos naturais do planeta e sua implicação para a economia mundial. Segundo aponta o estudo da ONU, catástrofes ambientais se tornarão comuns, caso não ocorra uma significativa mudança na forma dos governos lidarem com as questões ambientais.
O Relatório indica, por exemplo, que fatores ambientais críticos, como a diminuição da biodiversidade ou o agravamento do aquecimento global, poderão causar um aumento entre 30 e 50% nos preços dos alimentos nas próximas décadas, o que acarretaria numa grave crise social, principalmente nos países emergentes. De acordo com o estudo da ONU, a região do planeta que mais será afetada por condições ambientais adversas será a América Latina.
Para fazer o download do Relatório na integra e na versão em português, acesse o link:
http://hdr.undp.org/en/media/HDR_2011_PT_Complete.pdf

Manifestantes São Retirados de Votação do Novo Código Florestal.

24/11/2011 15h27 - Atualizado em 24/11/2011 15h42

Manifestantes são retirados de votação do novo Código Florestal

'Vocês nunca viram uma galinha viva na vida, seus m...!', reagiu senador.
Senadores discutem últimas mudanças antes de texto ir a plenário.

Sandro Lima Do G1, em Brasília
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Os senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Ivo Cassol (PP-RO) durante reunião da Comissão de Meio Ambiente do Senado (Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil)Os senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Ivo Cassol
(PP-RO) durante votação do Código Florestal no
Senado (Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil)
Um grupo de 20 manifestantes contrários às mudanças feitas no projeto do novo Código Florestal foi retirado do plenário da Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado pelos seguranças da Casa nesta quinta-feira (24).
Nesta quarta (23), a comissão aprovou o texto-base do relatório apresentado pelo senador Jorge Viana (PT-AC), mas os destaques (mudanças) apresentados estão sendo apreciados nesta quinta.
Durante a votação, os manifestantes protestavam no fundo do plenário com cartazes e cânticos. Diante do barulho, o presidente da comissão, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), pediu que eles fossem retirados por estarem desrespeitando os senadores.
Um dos cartazes trazia a seguinte frase: "Jorge Viana trocou Chico Mendes [seringueiro e ativista ambiental morte em 1988] pela Katia Abreu [senadora pelos PSD-TO e presidente da Confederação Nacional da Agricultura]". Ao ver o cartaz, Rollemberg disse que a frase era um desrespeito ao relator do texto. Outro cartaz trazia o desenho de uma motosserra.
Em meio ao tumulto, o senador Ivo Cassol (PP-RO) disse no microfone: "Vocês nunca viram uma galinha viva na vida, seus m...!". O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) também protestou contra o "desrespeito" dos manifestantes.
Fora do plenário, os manifestantes seguiram cantando em voz alta. Ivy Wiens, coordenadora-geral da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) reclamou das alterações feitas no Código Florestal. Segundo Ivy Wiens, a RMA concedeu o Prêmio Motoserra ao senador Luiz Henrique (PMDB-SC), relator do Código Florestal nas comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e Agricultura e Reforma Agrária (CRA).
"O senador [Luiz Henrique], ao relatar o processo de alteração do Código Florestal, não considerou os benefícios da Mata Atlântica e outras formações florestais, como biodiversidade e recursos hídricos e florestais que podem garantir a qualidade de vida e desenvolvimento da sociedade brasileira", disse Ivy Wiens.

domingo, 20 de novembro de 2011

Castelão Verde/Sustentavel

Castelão Verde: Obra se destaca em aproveitamento de material reciclado PDF
Castelao_Banner_NovoA meta de otimização do uso de materiais e recursos na obra de reforma, ampliação e modernização do Estádio Plácido Aderaldo Castelo(Castelão) está sendo executada com eficiência. Desde o início da obra, em dezembro de 2010, todo o material cimentício resultante de demolições está sendo fragmentado, com a utilização de um maquinário finlandês, para reutilização dentro da própria obra. Já foram produzidos 36 mil toneladas de material britado que estão sendo
utilizados como base e sub-base granular de todos os pavimentos apoiados sobre o solo, como por exemplo, os estacionamentos cobertos Norte e Sul.

A criação da Central de Reciclagem dentro do canteiro de obras do Castelão faz parte de uma série de outras ações adotadas pelo consórcio construtor, formado pelas empresas Galvão Engenharia e Andrade Mendonça, para transformar o Castelão em um estádio verde, sustentável e ecologicamente correto. Além do material cimentício, o aço encontrado no entulho das demolições está sendo enviado para reciclagem em siderúrgica.

Segundo o gerente técnico do consórcio, Paulo Castro, existe ainda um trabalho desenvolvido para compensação de corte e aterro, fazendo com que todo o material de escavação seja usado nas áreas de aterro, evitando o expurgo de pelo menos 75% do material para aterros sanitários. No canteiro de obras do Castelão também foi construída uma central de concreto que produz por dia 350 metros cúbicos de material. “A produção é exclusiva para uso na própria obra”, explica.

Também funciona dentro do aterro uma central de pré-moldado. Ela foi concebida para produzir 12 pilares de concreto por dia ao longo do período de cada fase da obra. A obra de reforma, ampliação e modernização do Castelão é dividida em quatro etapas. Duas já foram concluídas. O gerente Paulo Castro explica que ao final da produção dos pilares, a versatilidade da central de pré-moldados possibilitará sua transformação para a produção dos degraus das arquibancadas do
prédio principal. Também foi implantado um “lava-rodas” de veículos na saída do canteiro para evitar sujeira no entorno da construção.

E as ações de proteção ao meio ambiente também estarão presentes quando o Castelão estiver pronto. O estádio contará com sistema eficiente de reaproveitamento da água da chuva para a irrigação do gramado. Também será usado um sistema de esgoto a vácuo que resulta numa economia expressiva no consumo de água. Serão gastos apenas 10% da água que seria necessária para o esgoto convencional. Estão sendo usados ainda na nova arena materiais de acabamento com índice de volatilidade baixo, equipamentos e sistemas elétricos com baixo consumo energético e sistemas de iluminação de alto rendimento.

E a preocupação com a sustentabilidade é ainda maior. Estão sendo instaladas na obra portas com selo 100% FSC, selo internacional aprovado pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal que garante que a madeira extraída vem de florestas de manejo. A coberta do estádio também se destaca por sua inovação tecnológica. A estrutura possui revestimento termoacústico translúcido que vai proporcionar aos torcedores uma sensação térmica mais agradável por suportar os índices de insolação do Nordeste brasileiro, não absorvendo calor e permitindo a circulação de ar dentro do estádio; e um isolamento acústico, o que melhora o acompanhamento dos jogos pela torcida e a transmissão dos jogos.

Com todas essas inovações, o estádio Castelão está preparado para receber um dos principais selos verdes, a certificação internacional Leed, que em inglês significa Liderança em Energia e Design Ambiental. Após a conclusão da obra, o estádio receberá a visita da comissão que concede o certificado que irá avaliar as medidas adotadas. No plano nacional, o consórcio responsável pela obra já obteve o certificado ISO 14001.

18.11.2011
Assessoria de Comunicação da Secopa
Lisiane Linhares e Viviane Lima ( lisiane@secopa.ce.gov.br - viviane@secopa.ce.gov.br / 85 3101.6242)